quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pare agora de pensar "e se amanhã roubarem meu carro?"

Já reparou que sempre nos referimos à um risco projetando ele no futuro? Por exemplo: imagina se amanhã você sofre um acidente?

É claro que isso acontece porque um risco que ainda não ocorreu só pode estar no futuro, mas a consequência desta abordagem é que o risco se torna distante, uma vez que temos o costume de agregar improbabilidade a eventos que estão no futuro.

Esta estratégia de tornar distante um evento futuro é nada mais que um mecanismo de sobrevivência do próprio ser humano. Se fossemos calcular o risco de todas as situações em que nos envolvemos simplesmente não sairíamos de casa, não abriríamos uma empresa e nem praticaríamos um esporte. Mas é aí que mora o perigo, nem sempre devemos distanciar muito essa possibilidade de um evento prejudicial a nós.

Prever um risco futuro deve fazer parte do seu planejamento pessoal e profissional. Um fisioterapeuta, por exemplo, deve estar preparado para garantir sua renda caso fique um período sem poder trabalhar devido a uma lesão que mantenha imobilizado. O mesmo vale para dentistas, médicos e todo profissional que tem sua renda vinculada a quantidade de horas trabalhadas.

Então como romper essa barreira do futuro improvável e fazer uma boa administração de riscos?

Simples, basta enganar seu cérebro e trazer o evento para o passado.

Ao invés de encarar a situação como "e se amanhã" encare como "e se ontem".

E se ontem eu tivesse me machucado e hoje estivesse com o braço engessado?
E se ontem minha empresa tivesse sofrido um incêndio?
E se ontem meu funcionário tivesse se acidentado?
E se ontem meu carro tivesse sido roubado?

Como esses eventos já ocorreram você experimentará outro mecanismo de sobrevivência no nosso cérebro: o senso de urgência. Com o braço engessado você não consegue atender cliente e precisa de algo que te forneça a renda para suas despesas. Devido ao incêndio em sua empresa você precisa de capital para realizar os reparos, continuar a produzir e pagas suas despesas fixas. Com seu funcionário acidentado você precisa de um auxílio que o ajude no tratamento. Com seu veículo roubado você precisa de um carro reserva para cumprir com seus compromissos.

Percebeu como as consequências são muito mais claras e urgentes quando o evento já ocorreu?

Pensar "e se amanhã" gera uma conclusão de "amanhã a gente resolve".
Pensar "e se ontem" gera uma conclusão de "o que eu vou fazer agora?".

Estando preparado para as consequências suas chances de minimizar os prejuízos são infinitamente maiores do que deixando para resolver quando tudo estiver um caos.

Por isso, converse sempre com seu corretor de seguros, ele irá te ajudar a fazer as perguntas corretas,  estudar todos os riscos que envolvem sua profissão e sua vida, dimensionar as consequências deste risco e identificar quais deles você pode proteger com um dos produtos disponíveis no mercado de seguros.

Assim, quando você se perguntar no futuro: "e se ontem" a resposta
será "eu estaria SEGURO".

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