segunda-feira, 31 de julho de 2017

Seguro nunca é prioridade, até ser.

Se você já se pegou pensando que, naquele momento, diante de alguma circunstância, tendo em vista alguma dificuldade financeira ou devido à falta de tempo para analisar e contratar uma apólice, seguro não era a prioridade, não se julgue, a maioria das pessoas já pensaram isso em algum momento.

Seguro não é um produto barato, tão pouco simples de contratar. São tantas cobertura e detalhes que quem não é do ramo tem muita dificuldade de definir qual o melhor plano oferecido. Além das coberturas, você ainda tem que pensar em franquias, em quem será o condutor do veículo, se cobrirá um acidente ocorrido em outra cidade, se o valor do veículo está compatível, entre tantas outra variáveis que parecem só complicar.

Mas não é só isso, o processo de contratar um seguro possui um intermediário que é o Corretor de Seguros. Muitas vezes essa figura parece que só quer vender mais um produto, bater sua meta, e fica insistindo, ligando e mandando mensagem. Pior ainda é se você já tem um seguro, aí essa cobrança se intensifica ainda mais quando vai chegando perto da renovação e seu único pensamento é: não tenho tempo pra isso agora, afinal, se eu não trabalhar não vou ter dinheiro nem para pagar o bendito seguro!

Você não está errado. Até os próprios corretores as vezes acham seus seguros caros, seja da casa, do carro ou o de vida.

E o tempo que leva para entender e discutir todos os aspectos de um seguro? São tantos pormenores que, em uma época onde o tempo é tão valioso, não há a mínima possibilidade de definirmos o seguro como prioridade em nossas vidas. Antes dele vem a carreira, os filhos, os estudos, até mesmo o lazer, para nos manter com a mente sã.

Definitivamente seguro não é prioridade, até ser.

Seguro do carro só é prioridade quando emprestamos o carro para um filho e ele volta com o veículo todo amassado. Nesta hora pensamos "será que eu coloquei ele como condutor?".

Seguro da casa só é prioridade chegamos em casa depois de uma longa viagem e vemos a porta arrombada, todos os móveis abertos e pensamos "eu renovei o seguro da casa?".

Seguro de responsabilidades profissionais só é prioridade quando recebemos uma intimação para comparecer ao fórum por um erro nosso ou de nossa equipe perante um cliente e pensamos "será que eu tenho como pagar isso?".

Seguro de vida só é prioridade quando somos diagnosticados com uma doença grave e pensamos "meu corretor realmente me falou que eu poderia contratar essa cobertura".

Um seguro nada mais é que uma paraquedas. Experiência, horas de voo, capacidade de tomar decisões rápidas, um co-piloto de excelência contam muito na hora de um voo, mas em certas situações, um bom paraquedas é o que separa um acidente de uma tragédia.

Pense bem, SEGURO já é sua prioridade, ou ainda não?

sexta-feira, 28 de julho de 2017

500 curtidas!


A página do Pra que Seguro? do Facebook atingiu incríveis 500 curtidas e os responsáveis por todo esse sucesso são vocês, seguidores e divulgadores!
Tudo está só começando e não podemos parar de promover a importância do seguro para as pessoas e empresas!
Curta, compartilhe e vamos juntos, sempre!

Ainda não curtiu? Clica no link aí do lado direito da página!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pare agora de pensar "e se amanhã roubarem meu carro?"

Já reparou que sempre nos referimos à um risco projetando ele no futuro? Por exemplo: imagina se amanhã você sofre um acidente?

É claro que isso acontece porque um risco que ainda não ocorreu só pode estar no futuro, mas a consequência desta abordagem é que o risco se torna distante, uma vez que temos o costume de agregar improbabilidade a eventos que estão no futuro.

Esta estratégia de tornar distante um evento futuro é nada mais que um mecanismo de sobrevivência do próprio ser humano. Se fossemos calcular o risco de todas as situações em que nos envolvemos simplesmente não sairíamos de casa, não abriríamos uma empresa e nem praticaríamos um esporte. Mas é aí que mora o perigo, nem sempre devemos distanciar muito essa possibilidade de um evento prejudicial a nós.

Prever um risco futuro deve fazer parte do seu planejamento pessoal e profissional. Um fisioterapeuta, por exemplo, deve estar preparado para garantir sua renda caso fique um período sem poder trabalhar devido a uma lesão que mantenha imobilizado. O mesmo vale para dentistas, médicos e todo profissional que tem sua renda vinculada a quantidade de horas trabalhadas.

Então como romper essa barreira do futuro improvável e fazer uma boa administração de riscos?

Simples, basta enganar seu cérebro e trazer o evento para o passado.

Ao invés de encarar a situação como "e se amanhã" encare como "e se ontem".

E se ontem eu tivesse me machucado e hoje estivesse com o braço engessado?
E se ontem minha empresa tivesse sofrido um incêndio?
E se ontem meu funcionário tivesse se acidentado?
E se ontem meu carro tivesse sido roubado?

Como esses eventos já ocorreram você experimentará outro mecanismo de sobrevivência no nosso cérebro: o senso de urgência. Com o braço engessado você não consegue atender cliente e precisa de algo que te forneça a renda para suas despesas. Devido ao incêndio em sua empresa você precisa de capital para realizar os reparos, continuar a produzir e pagas suas despesas fixas. Com seu funcionário acidentado você precisa de um auxílio que o ajude no tratamento. Com seu veículo roubado você precisa de um carro reserva para cumprir com seus compromissos.

Percebeu como as consequências são muito mais claras e urgentes quando o evento já ocorreu?

Pensar "e se amanhã" gera uma conclusão de "amanhã a gente resolve".
Pensar "e se ontem" gera uma conclusão de "o que eu vou fazer agora?".

Estando preparado para as consequências suas chances de minimizar os prejuízos são infinitamente maiores do que deixando para resolver quando tudo estiver um caos.

Por isso, converse sempre com seu corretor de seguros, ele irá te ajudar a fazer as perguntas corretas,  estudar todos os riscos que envolvem sua profissão e sua vida, dimensionar as consequências deste risco e identificar quais deles você pode proteger com um dos produtos disponíveis no mercado de seguros.

Assim, quando você se perguntar no futuro: "e se ontem" a resposta
será "eu estaria SEGURO".