terça-feira, 28 de novembro de 2017

Novas formas de pensar o mercado de seguros

Vivemos tempos de mudanças, em uma velocidade nunca antes vista: empresas, valores, países, costumes e tendências mudam quase instantaneamente e não é raro - ainda que involuntário - enxergarmos essas mudanças como ameaças ao nosso modo de vida, inclusive porque muitas delas realmente o são.

Ao mesmo tempo em que essas mudanças incomodam e, de certo modo, causam uma certa rejeição justamente por representarem a necessidade de mudança, exigindo esforço para que nos enquadremos e nos acostumemos, a preocupação de não se adequar a uma nova forma de agir e ficar obsoleto tira o sono de muitos empresários.

Em um mercado dinâmico e extremamente interligado com outras áreas, como o de seguros, os impactos dessas novidades se potencializam. Não é preciso grande exercício de imaginação para compreender os efeitos das novas relações que envolvem a constante evolução tecnológica: o novo tipo de transporte utilizado nas grandes cidades, fruto do uso de aplicativos de carona, tem ligação direta com a venda e uso do seguro de automóveis, já que não é raro encontrar quem, fazendo contas dos custos e benefícios, opte por deixar de ter veículo próprio e se valer apenas deste novo meio de locomoção. Menos veículos pessoais, menos apólice, menos comissão, menos prêmios e praticamente nenhuma arrecadação.

Buscando se adequar a essa nova realidade, o mercado de seguros tem esboçado reação, mas parece ainda sofrer com o peso da burocratização e do conservadorismo de todos os seus personagens.

Ao contratar um seguro de automóvel, por exemplo, é necessário preencher uma série de perguntas sobre o uso do veículo, o que exige do consumidor um tempo que ele não mais possui e que não se adequa ao ritmo dinâmico do mercado de serviços gerais. O preenchimento de questionários de perfil, nesse cenário, joga contra o próprio mercado. 

Se não bastasse, lidamos com uma legislação protecionista, que defende o consumidor em macro-escala e chega ao extremo, por vezes, de permitir que parte das respostas do segurado no questionário de perfil seja desconsiderada como fator de avaliação do pagamento de eventuais indenizações. 

É evidente que precisamos nos adaptar. 

Em tempos de incontestável evolução tecnológica em todas as frentes, com celulares inteligentes, computadores de bordo e compartilhamento de dados, as informações coletadas dos aparelhos dos segurados têm capacidade de avaliação e precificação de riscos infinitamente maior e mais precisa do que qualquer questionário de perfil.

Por meio de compartilhamento de localização  já é possível identificar em qual período o segurado se utiliza do veículo, onde o estaciona, suas rotas habituais e até mesmo calcular o limite de velocidade que costuma praticar. Esses dados, analisados em conjunto, permitem contabilizar os riscos a que se expõe o segurado e a sua forma de utilização do automóvel, o que gera uma avaliação mais segura acerca de suas necessidades ao contratar um seguro para seu veículo.  

O conjunto dessas informações é certamente mais valioso do que quaisquer respostas a perguntas padronizadas e organizadas em um questionário estático, que representa o risco apenas do momento do preenchimento e que não garante a precisão dos dados fornecidos. 

Não se ignora que muitos irão criticar as novas formas de se pensar no mercado de seguros, reconhecido por seu conservadorismo. Todavia, sempre há quem se disponha e enxergar novos caminhos e são esses que irão compor a discussão, tornando-a mais concreta e eficaz e dando início às mudanças que acompanharão o dinamismo da era tecnológica. Só assim é que se viabilizará a manutenção da área e o seu crescimento nesse novo cenário, mediante a distribuição do produto seguro e consequente aumento do número de segurados, apólices e prêmios, bem como diminuição das taxas, já que quanto mais pessoas seguradas, menor a contribuição de cada uma delas.

A capacidade de adaptação é uma das marcas de quem sobrevive na era das relações dinâmicas e somente o bom uso da tecnologia em nosso favor poderá permitir a manutenção do mercado de seguros que conhecemos: sólido e estável. É isso que propomos. 

Obs.: Este texto contou com a grande ajuda e impecável qualidade de redação da Dra. Marcely Ferreira, muito obrigado Dra. Marcely!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O que o Corretor de Seguros realmente precisa!

O corretor de seguros não precisa de brinde, de café da manhã, visitas programadas apenas para cumprir a agenda, ou retratações.

O Corretor de Seguros de verdade não precisa que as seguradoras e outras empresas os convidem para eventos de gala, banhados a muito luxo e pompa, com grande atrações musicais, cercadas de palestras dos altos executivos, enaltecendo a "parceria".

O Corretor de Seguros, que trabalha de forma incansável, tendo como maior objetivo atender o seu cliente, proteger seu patrimônio e a sua família, precisa mais do que gerentes que dão uma "passadinha" na corretora, com canetas, cadernos e campanhas de prêmios que brilham os olhos de qualquer um mas com metas utópicas e mecanismos de apuração indecifráveis.

O Corretor de Seguros não precisa de alguém que diga que ele tem que vender um seguro residencial para cada dois de automóveis, que o cliente dele é um potencial comprador de previdência ou que se ele vender um vida por mês em cinco anos estará com uma bela renda mensal.

O Corretor de Seguros não precisa de cafés da manhã sobre produtos cujo enorme diferencial competitivo é uma pequena redução em alguma franquia ou um serviço específico e pouco útil em uma assistência 24hrs.

O Corretor de Seguros está cansado de ouvir que ele faz errado, que ele precisa diversificar, que ele está perdendo um enorme potencial em sua carteira, que ele poderia ser melhor, mais eficiente e diferenciado.

O Corretor de seguros não precisa de nada disso.

O Corretor de seguros, aquele que dá a cara a tapa todos os dias, por vezes negociando pequenas diferenças para poder manter um valioso seguro em sua carteira, aquele que consegue encontrar uma fração de tempo em seu dia para buscar um cliente que perdeu, aquele que não pensa duas vezes antes de abrir mão de grande parte da sua comissão para poder manter seu cliente protegido, esse Corretor, com C maiúsculo, ele não precisa de bajulação.

O Corretor de Seguros, responsável pela proteção de tantas empresas e famílias, precisa simplesmente de EFICIÊNCIA.

Precisa que sua ligação seja atendida, precisa que seu problema seja resolvido, precisa que sua sugestão seja ouvida, precisa de acesso a subscritores, precisa de departamentos de sinistro com boa vontade de ouvir e entender o que ele diz, precisa de regionais e sucursais com pessoas capacitadas em entender demandas e autonomia para resolvê-las e não focamos exclusivamente em suas metas.

Que tal trocar um kit de caderno e caneta por uma pendência resolvida na hora?

Que tal trocar um café da manhã por um analista de sinistro que atende ligações?

Que tal trocar uma campanha impossível por um gerente que conheça as condições gerais dos produtos oferecidos?

Que tal trocar um mega stand em um congresso por um sistema de cotação confiável, ágil e versátil?

O Corretor de Seguros está cansado de soluções paliativas, ele precisa de soluções efetivas e rápidas para seus problemas, assim, terá tempo de oferecer outros produtos, conhecer novos ramos e expandir sua atuação junto aos segurados.

O que o Corretor precisa é simples, mas o simples parece ser sempre o mais difícil.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A fórmula mágica pra pagar barato no seu seguro!

Seguro é caro e ninguém discorda disso! Por outro lado, já não é possível imaginar ter um veículo sem contar com uma proteção em caso de roubo, furto ou mesmo uma colisão.

Por isso, se você precisa fazer o seu seguro pelo menor preço possível é só seguir as dicas abaixo e fazer o seguro mais barato que você já fez!

1. Cote no maior número de corretores possíveis, de preferência, copie todos eles em um único e-mail, assim não terá que digitar todas as informações para cada um dos corretores que você pedir a cotação.

2. Não esqueça de cotar no seu banco, seu gerente pode ter algum truque para deixar seu seguro bem baratinho.

3. Reduza todas as coberturas, principalmente a de terceiros. As coberturas acessórias só servem para encarecer o seu seguro e nunca são usadas.

4. Informe a seguradora que quem dirige o veículo é sua esposa, ou melhor, sua avó. Normalmente para mulheres o preço do seguro fica muito melhor!

Fácil e rápido! Seguindo essas dicas você, com certeza, terá o feito o seguro mais barato e poderá se vangloriar para os seus amigos que vivem pagando uma fortuna em suas apólice.

Mas um detalhe importante: seu seguro será o mais barato, mas você não receberá um centavo  de indenização quando precisar

Todas as dicas acima, na verdade, contribuem para que você caia na armadilha do preço em troca da qualidade. Entenda porque:

1. Cotar no em um grande número de corretores não fará com que você consiga reduzir significativamente o preço do seu seguro. Quando falamos de seguro, o mais importante é a confiança entre corretor de seguros e cliente. Algumas seguradoras comunicam o corretor quantos cálculos daquele veículo foram feitos nos últimos dias e o corretor que oferece um atendimento personalizado e de qualidade não terá interesse em te atender pois, para atendê-lo com qualidade ele terá que cobrar uma comissão um pouco maior e não ficará competitivo em relação aos outros. Outro fator importante é que a comissão do corretor representa uma fatia não tão significativa do seguro, isso quer dizer que as variações de comissões não impactam tanto o preço final. Fique esperto! Se o preço do seguro está muito diferente ente corretores as coberturas ou as informações de uso do veículo podem estar diferentes também. Vale mais a pena consultar corretores de confiança e, se for o caso, abrir o jogo com ele dizendo que precisa economizar o que for possível na contratação do seguro. Ele é o cara pra te ajudar!

2. Gerentes de banco tem uma gama muito grande de produtos para oferecer aos seus clientes. O seguro é apenas um deles e, devido a sua complexidade, muitas vezes esse gerente não possui o conhecimento nem experiências suficiente para oferecer a solução mais adequada e, mais importante, te atender quando você precisar reclamar um prejuízo à seguradora. Outro fator é que a rotatividade em agências bancárias é muito alta, será que tudo aquilo que você combinou com seu gerente vai valer para o gerente que irá te atender no futuro? É um risco que não vale a pena correr.

3. Reduzir sem critérios todas as coberturas do seguro não irá lhe trazer somente economia mas também muita dor de cabeça! Algumas coberturas, principalmente a de terceiros, só tem o seu valor percebido na hora de um acidente. Imagine que você simplesmente destrua boa parte de um outro veículos, com a quantidade de equipamentos de segurança e tecnologia embarcada nos veículos modernos, não será difícil causar uma perda total neste outro carro. Agora imagine que este veículo é um importado de luxo, talvez uma cobertura de R$ 30.000,00 não seja suficiente nem para iniciar os reparos e você ficará com o resto do prejuízo todo sob sua responsabilidade. Vale a pena?

4. Fornecer à seguradora qualquer informação que não seja a verdadeira, simplesmente elimina qualquer possibilidade de você receber indenizações no futuro. Isso porque o risco de alguém que não usa o veículo para trabalho, ou que não visita clientes, ou que tenha garagem na residência é significativamente menor que o de alguém que deixe o carro na rua, use para trabalho e visite clientes e, este que possui o risco maior deve contribuir mais para equilibrar as contas da seguradora. Quando este perfil de maior risco omite ou altera informações para contribuir menos, a conta que a seguradora fez, seguindo padrões matemáticos de probabilidade, cai por terra e o valor arrecadado não é mais suficiente para cobrir os prejuízos ocorridos. Por isso, além de não indenizar o cliente que mentiu durante a contratação do seguro, muitas vezes a seguradora ainda registra os dados deste cliente para agravar o preço do seu seguro no futuro ou mesmo recusar suas propostas como uma forma de proteger todos aqueles que informaram corretamente as informações.

Como mencionado no início do texto, seguro não é barato, mas, fazê-lo errado pode sair ainda muito mais caro! Na hora de proteger seus bens, seus planos e seus objetivos, escolha com cuidado seu Corretor de Seguros e, mais importante, confie nele!

Só assim você estará, completamente, SEGURO!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pra que Seguro? no programa A Grande Jornada pelo Mundo do Seguro


Entrevista gravada com o ilustre Pedro Barbato Filho para seu programa A Grande Jornada pelo Mundo do Seguro e transmitido dia 21/08/2017.

Em um descontraído bate papo são abordados assuntos de extrema relevância para os corretores e consumidores do seguro como a cultura brasileira quanto aos produtos de seguro e a forma de abordar o tema dentro de casa e com o cliente.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Seguro nunca é prioridade, até ser.

Se você já se pegou pensando que, naquele momento, diante de alguma circunstância, tendo em vista alguma dificuldade financeira ou devido à falta de tempo para analisar e contratar uma apólice, seguro não era a prioridade, não se julgue, a maioria das pessoas já pensaram isso em algum momento.

Seguro não é um produto barato, tão pouco simples de contratar. São tantas cobertura e detalhes que quem não é do ramo tem muita dificuldade de definir qual o melhor plano oferecido. Além das coberturas, você ainda tem que pensar em franquias, em quem será o condutor do veículo, se cobrirá um acidente ocorrido em outra cidade, se o valor do veículo está compatível, entre tantas outra variáveis que parecem só complicar.

Mas não é só isso, o processo de contratar um seguro possui um intermediário que é o Corretor de Seguros. Muitas vezes essa figura parece que só quer vender mais um produto, bater sua meta, e fica insistindo, ligando e mandando mensagem. Pior ainda é se você já tem um seguro, aí essa cobrança se intensifica ainda mais quando vai chegando perto da renovação e seu único pensamento é: não tenho tempo pra isso agora, afinal, se eu não trabalhar não vou ter dinheiro nem para pagar o bendito seguro!

Você não está errado. Até os próprios corretores as vezes acham seus seguros caros, seja da casa, do carro ou o de vida.

E o tempo que leva para entender e discutir todos os aspectos de um seguro? São tantos pormenores que, em uma época onde o tempo é tão valioso, não há a mínima possibilidade de definirmos o seguro como prioridade em nossas vidas. Antes dele vem a carreira, os filhos, os estudos, até mesmo o lazer, para nos manter com a mente sã.

Definitivamente seguro não é prioridade, até ser.

Seguro do carro só é prioridade quando emprestamos o carro para um filho e ele volta com o veículo todo amassado. Nesta hora pensamos "será que eu coloquei ele como condutor?".

Seguro da casa só é prioridade chegamos em casa depois de uma longa viagem e vemos a porta arrombada, todos os móveis abertos e pensamos "eu renovei o seguro da casa?".

Seguro de responsabilidades profissionais só é prioridade quando recebemos uma intimação para comparecer ao fórum por um erro nosso ou de nossa equipe perante um cliente e pensamos "será que eu tenho como pagar isso?".

Seguro de vida só é prioridade quando somos diagnosticados com uma doença grave e pensamos "meu corretor realmente me falou que eu poderia contratar essa cobertura".

Um seguro nada mais é que uma paraquedas. Experiência, horas de voo, capacidade de tomar decisões rápidas, um co-piloto de excelência contam muito na hora de um voo, mas em certas situações, um bom paraquedas é o que separa um acidente de uma tragédia.

Pense bem, SEGURO já é sua prioridade, ou ainda não?

sexta-feira, 28 de julho de 2017

500 curtidas!


A página do Pra que Seguro? do Facebook atingiu incríveis 500 curtidas e os responsáveis por todo esse sucesso são vocês, seguidores e divulgadores!
Tudo está só começando e não podemos parar de promover a importância do seguro para as pessoas e empresas!
Curta, compartilhe e vamos juntos, sempre!

Ainda não curtiu? Clica no link aí do lado direito da página!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pare agora de pensar "e se amanhã roubarem meu carro?"

Já reparou que sempre nos referimos à um risco projetando ele no futuro? Por exemplo: imagina se amanhã você sofre um acidente?

É claro que isso acontece porque um risco que ainda não ocorreu só pode estar no futuro, mas a consequência desta abordagem é que o risco se torna distante, uma vez que temos o costume de agregar improbabilidade a eventos que estão no futuro.

Esta estratégia de tornar distante um evento futuro é nada mais que um mecanismo de sobrevivência do próprio ser humano. Se fossemos calcular o risco de todas as situações em que nos envolvemos simplesmente não sairíamos de casa, não abriríamos uma empresa e nem praticaríamos um esporte. Mas é aí que mora o perigo, nem sempre devemos distanciar muito essa possibilidade de um evento prejudicial a nós.

Prever um risco futuro deve fazer parte do seu planejamento pessoal e profissional. Um fisioterapeuta, por exemplo, deve estar preparado para garantir sua renda caso fique um período sem poder trabalhar devido a uma lesão que mantenha imobilizado. O mesmo vale para dentistas, médicos e todo profissional que tem sua renda vinculada a quantidade de horas trabalhadas.

Então como romper essa barreira do futuro improvável e fazer uma boa administração de riscos?

Simples, basta enganar seu cérebro e trazer o evento para o passado.

Ao invés de encarar a situação como "e se amanhã" encare como "e se ontem".

E se ontem eu tivesse me machucado e hoje estivesse com o braço engessado?
E se ontem minha empresa tivesse sofrido um incêndio?
E se ontem meu funcionário tivesse se acidentado?
E se ontem meu carro tivesse sido roubado?

Como esses eventos já ocorreram você experimentará outro mecanismo de sobrevivência no nosso cérebro: o senso de urgência. Com o braço engessado você não consegue atender cliente e precisa de algo que te forneça a renda para suas despesas. Devido ao incêndio em sua empresa você precisa de capital para realizar os reparos, continuar a produzir e pagas suas despesas fixas. Com seu funcionário acidentado você precisa de um auxílio que o ajude no tratamento. Com seu veículo roubado você precisa de um carro reserva para cumprir com seus compromissos.

Percebeu como as consequências são muito mais claras e urgentes quando o evento já ocorreu?

Pensar "e se amanhã" gera uma conclusão de "amanhã a gente resolve".
Pensar "e se ontem" gera uma conclusão de "o que eu vou fazer agora?".

Estando preparado para as consequências suas chances de minimizar os prejuízos são infinitamente maiores do que deixando para resolver quando tudo estiver um caos.

Por isso, converse sempre com seu corretor de seguros, ele irá te ajudar a fazer as perguntas corretas,  estudar todos os riscos que envolvem sua profissão e sua vida, dimensionar as consequências deste risco e identificar quais deles você pode proteger com um dos produtos disponíveis no mercado de seguros.

Assim, quando você se perguntar no futuro: "e se ontem" a resposta
será "eu estaria SEGURO".

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Carta a um jovem corretor

A você que está agora ingressando nesta nobre profissão nossas boas vindas.

Saiba que a partir de agora você irá fazer parte não só da vida das pessoas mas de suas vitórias e dificuldades. Você estará presente quando seu cliente te ligar feliz e satisfeito por ter comprado o carro dos seus sonhos, mas também estará ali quando ele se chatear por ter seu veículo roubado.

Você faz parte de um mercado que é simplesmente a maior garantia da nossa economia, somos um grupo de profissionais que possibilitam todo e qualquer avanço de nossa sociedade. Você ajudará empresas a investirem naquilo que elas acreditam minimizando os riscos dos seus investimentos. Você permitirá que obras sejam realizadas, filiais sejam abertas, pessoas sejam contratadas e parques fabris sejam renovados.

Você, corretor de seguros, agora fornece para pessoas e empresas aquilo que é a prioridade e o maior instinto de toda espécie do nosso planeta: a segurança.

As cotações, propostas e apólices que você irá intermediar, terão o único propósito de garantir a tranquilidade de pessoas, empresas e famílias, e essa tranquilidade, simplesmente não tem preço.

Mais do que isso, você será uma mão estendida no momento que seus clientes mais precisarem, um amigo para confortá-los e ajudá-los a se reerguer. Será por meio da sua ajuda que eles poderão levantar a cabeça e continuar a perseguir seus sonhos, buscar e alcançar seus objetivos, mesmo que algo os tenha os atrapalhado.

Famílias inteiras serão protegidas por aquilo que você estudou, acreditou, ofereceu e contratou para seus clientes e isso quer dizer que filhos continuarão a cursar suas faculdades, pais e mães continuarão a comprar o básico para manter uma casa e dívidas não corroerão famílias se um dos provedores de renda não esteja mais presente.

Você será, não só um consultor, corretor, prestador de serviço, mas sim uma zona de confiança para aqueles chegam a você. Você terá a oportunidade de prover acesso a tratamentos de saúde que elas nunca imaginariam que fossem precisar, vê-las recuperadas e gratas a você, o carinho e a paciência que teve para fazê-las contratar aquilo que elas realmente precisavam.

Terá ainda a oportunidade de falar de futuro, de agir hoje para garantir sonhos e objetivos do amanhã, demonstrando para seus clientes que longas caminhadas começam com um simples passo. Você os ajudará a dar esse passo e depois de muitos anos, os verá realizados.

É verdade que muitas vezes não será fácil. Você terá que encarar certas situações que com certeza irão te fazer questionar sua forma de trabalho. Irá ganhar muitos clientes, mais do que isso, muitos amigos. Mas também irá perder clientes que nunca pensou que perderia, e por motivos que você nunca imaginou.

Muito provavelmente você irá ouvir que não fez o que era possível, que não é um bom profissional e que não sabe do que esta falando. Não será agradável ouvir isso de pessoas com quem você tanto se preocupa, mas nessa hora, esfrie a cabeça e siga com seu plano, pode ter sido um momento difícil para seu cliente e ele esteja estourando com você por motivos que você realmente não tem culpa. Respire fundo e não desanime.

Seja muito bem vindo Corretor de Seguros, com letra maiúscula, honre nosso mercado e nossa profissão, atue com ética, respeito e carinho. A sociedade precisa daquilo que nós, e agora você, tem a oferecer e precisa muito! 

Nunca se esqueça você é o único profissional, capacitado, habilitado, preparado e motivado a tornar tudo a sua volta muito mais SEGURO!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

O que você nunca deve falar quando contratar seu seguro

Contratar uma apólice de seguro pode ser uma tarefa um tanto quanto burocrática e quase investigativa. Durante o processo são tantas as perguntas e informações que você precisa passar que não é raro nos sentirmos em uma verdadeira entrevista.

Todas estas informações são importantes e necessárias para calcular o o preço final do seu seguro, sendo que algumas delas interferem substancialmente no preço.

Para você não cair em cilada, o Pra Que Seguro preparou uma lista, não só das coisas que você NUNCA deve fazer quando está cotando seu seguro de automóvel, assim como das consequências dessas ações no futuro.

Mentir sobre o real condutor do veículo

Quem nunca ouviu as frases "faz o seguro no nome da sua mãe que fica mais barato" ou ainda, "ahh na hora que roubarem você diz que ela quem estava dirigindo"? Pois é, parece que estra prática tem se proliferado e as consequências são bem sérias.

Na contratação do seu seguro a seguradora não irá verificar a veracidade desta informação por dois motivos: ela acreditará no que foi informado, pois você assinará o perfil, e ela não tem como monitorar quem estará dirigindo o veículo. O grande problema é na hora de um roubo ou de uma colisão.

Pense nas seguintes situações: um roubo em frente a uma casa noturna, as duas horas da manhã. Quem será que estava dirigindo o veículo? Uma colisão em frente à faculdade que você estuda bem no horário de saída das aulas. Um furto em frente ao escritório que você trabalha. Em casos como este as seguradoras contratam peritos especializados que realizam uma verdadeira investigação e, constatado que a informação que você mencionou esta errada, irá, não só recusar indenizar seu veículo como cancelar sua apólice e restringir todo e qualquer seguro que você tentar contratar com ela no futuro. Em alguns casos poderá inclusive solicitar a abertura de um inquérito policial para investigar se houve fraude.

Será que vale a pena correr este risco?

Mentir sobre o uso do veículo

Quem usa o veículo somente de final de semana, tem um risco muito menor que quem o usa diariamente, é justo que cada um pague o seguro pela probabilidade de uso da apólice. Não caia naquele papo do seu vizinho de informar para o seu corretor que você não vai trabalhar de carro, ou que na sua empresa tem estacionamento quando não tem


As seguradoras realmente não conseguem investigar caso a caso e muitos fraudadores se vangloriam de ter pago menos no seguro e mesmo assim ter recebido a indenização. Mas esse cerco está se fechando, as análises estão ficando cada vez melhores e já existem casos de seguradoras que usaram inclusive redes sociais para negar indenizações.

Explique corretamente o uso do seu veículo para seu corretor, não caia em armadilhas que podem te causar um enorme prejuízo.

Omitir do seu corretor o real motivo de não contratar o seguro com ele

Essa atitude é muito comum e poucos percebem os prejuízos que ela pode causar. Frequentemente, corretor e cliente acabam se tornando amigos e isso torna um pouco difícil quando o cliente precisa deixar de contratar a apólice com este corretor.

Seguro é um contrato e, como consumidor, o cliente tem o direito de escolher onde irá fazê-lo. Quando o cliente encontra uma proposta aparentemente melhor que a do seu corretor ele acaba inventando desculpas como: não irei renovar este ano, vendi o carro, entre outras.

Ocorre que, o corretor que não tem informação correta não pode agir a favor do seu amigo cliente. Sabendo, por exemplo, que o real motivo é financeiro, o corretor pode estender suas buscas por um preço mais econômico ou pode retirar algumas coberturas que, mesmo importantes, podem ser cortadas naquele momento, melhorando o custo do seguro e mantendo o cliente protegido.

Outra situação que pode gerar um constrangimento é quando o cliente consegue uma proposta melhor por outro corretor e não quer abrir o jogo com seu corretor atual. Não tenha nenhum receio em procurar seu corretor e falar que tem uma proposta melhor. Existem sim corretores com condições diferenciadas nas seguradoras em que atuam e esta situação pode acontecer. Mas não é essa a situação mais preocupante

Existem muitas empresas se passando por seguradoras e o custo do que elas oferecem é infinitamente menor que o de um seguro, assim como a segurança que ela oferecem.

Aos olhos de um leigo um contrato dessas empresas pode parecer idêntico ao de um seguro mas um experiente corretor consegue identificar instantaneamente que aquele que você esta comprando não é um seguro e irá te deixar na mão na hora que você mais precisar.

Portanto, não se deixe cair em cilada, contratar um seguro é ter a segurança que seu patrimônio que foi tão difícil construir não irá escorrer entre seus dedos quando você menos esperar.

Seguro é coisa séria e deve ser tratado como tal, sempre abra o jogo com seu corretor de seguro ele é o único profissional habilitado e preparado para proteger você, seu patrimônio e sua família!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Meu amigo e eu temos o mesmo carro, porque meu seguro é mais caro?

Seu vizinho tem o mesmo carro que você e paga menos pelo seguro? 

Cuidado, essa conclusão pode estar equivocada e te induzindo a um grave erro!

O seguro de automóvel hoje é mais do que essencial para todos que possuem um veículo, mas contratar uma apólice pode ser uma tarefa difícil e complicada. São tantos termos como, franquia majorada, endosso, RCF-DM e cobertura compreensiva que muitas vezes ficamos confusos e sem confiança para tomar uma decisão sozinhos.

Neste momento é que entra em jogo um dos principais profissionais do mercado de seguros, o Corretor. Com experiencia, formação e permissão para intermediar a relação entre a seguradora e cliente, o corretor é o responsável por traduzir todos estes termos e, mais importante ainda, adequar as coberturas as reais necessidade de cada cliente.

Mas existe uma situação que todos os corretores passam frequentemente que é o inconformismo de seus clientes por pagarem mais no seguro que seus amigos, familiares e conhecidos que as vezes tem o mesmo veículo que eles e moram até no mesmo bairro.

Pois bem, o cliente tem o direito e é hora de entender definitivamente o porquê dessa diferença!

"Seguros são tabelados?"

Sim! No passado existiam duas tabelas de taxas de seguro, uma que calculava o preço das peças de reposição e uma que calculava o risco de roubo. Essas tabelas atualizavam uma vez por mês e o cálculo era simples, somava-se as taxas de cada tabela e multiplicava pelo valor do veículo. O problema é que hoje não é bem assim. Existem milhões de tabelas como essas para calcular o preço final de um seguro. Para cada rua de um bairro, por exemplo, pode existir uma tabela diferente. Isso é possível pois agora todas as informações nas quais se baseiam essas tabelas são calculadas em tempo real e por computadores pois o poder de processamento de dados aumentou exponencialmente. Portanto, seu amigo pode ter o mesmo carro que você e morar no mesmo bairro, se a rua é diferente seus preços podem ser diferentes.

"Mas meu amigo mora no mesmo prédio que eu, temos a mesma idade e o mesmo carro!"

E agora? Pode ficar tranquilo, seu corretor te passou o preço certo! Não são só esses fatores que influenciam no preço do seu seguro. Depois de se chegar no preço básico as seguradoras tem mecanismos de aumentar ou diminuir o preço com base em outros fatores como, por exemplo, o número de renovações da apólice do seu amigo sem se envolver em nenhum acidente ou ter um veículo roubado. Exite ainda um fator relativamente novo que pode influenciar nesse preço: o score do seu amigo! Sim, hoje as seguradoras já usam parâmetros bancários de análise de crédito para atrair clientes que se encaixam em seu público alvo, talvez, os fatores que envolvem o veículo de seu amigo sejam iguais aos seus porém o comportamento de consumo dele pode fazer com que a seguradora se interesse mais por ele do que por você. Muitas empresas já usam essa análise e a tendência é só aumentar essa prática.

"Não é possível! Tem que ser a comissão do corretor, ele está ganhando mais no meu seguro."

Não há o que esconder, pode ser a comissão sim. Assim como as seguradoras os corretores vivem de lucro e precisam ganhar sua margem mínima para manter, não só sua empresa funcionando como também prestar um atendimento de qualidade. Se seu amigo faz seguro há muitos anos com o mesmo corretor pode ser que, pela longa parceria, ele aplique um percentual de comissão menor e isso reflita no preço. Mas não se engane, a comissão do corretor é uma pequena parte do valor que você paga pra seguradora, isso significa que pequenas diferenças podem ser por conta da comissão, porém o percentual de comissão do corretor não tem peso para gerar grandes diferenças. E nessa hora você precisa decidir: essa pequena diferença vale não ser atendido por um corretor de confiança?

Agora, se você entendeu todos os pontos acima, mas mesmo assim seu amigo continua insistindo que o seguro dele, com as mesmas coberturas, está mais barato que o seu, nunca descarte uma possibilidade: ele pode estar mentindo. Pessoas são competitivas por natureza e sempre querem se gabar de alguma vantagem que tem em relação aos outros.

Por isso, mais importante que ficar comparando o preço do seu seguro com o preço do seguro dos seus amigos é confiar no seu corretor. A relação entre você e ele deve ser a mais honesta e aberta, afinal, ele é quem cuida da proteção do patrimônio que você tanto se esforçou para conseguir .

A crise apertou? Está achando que o preço do seu seguro está muito alto? Não pense duas vezes ligue para seu corretor e abra o jogo. Com certeza ele irá ter a solução ideal para que você continuar protegido e tranquilo.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Fazer leilão com o preço do seu seguro pode custar bem caro

Não adianta esconder, os seguro de automóvel hoje tem as coberturas principais bem similares e a consequência direta disso é que o preço se torna o fator principal na hora de contratar a apólice, mas não se engane, contratar somente pelo preço pode ter amargas consequências.

Um dos fatores que se deve levar em conta são as coberturas acessórias do seu seguro. As coberturas de colisão, roubo e danos à terceiros funcionam da mesma forma em praticamente todas as seguradoras, mas cada uma delas tem uma série de outras cobertura que pode fazer a diferença.

A cláusula de Assistência 24 horas é um exemplo disso. Muitas vezes a diferença no preço se deve à distância que o guincho da seguradora irá percorrer com seu veículo em caso de pane ou acidente. Verifique sempre se a cotação com preço maior não está te oferecendo um guincho que não irá limitar essa distancia pois, a distância adicional você terá que pagar do próprio bolso, e o pior, na hora! Será que vale a pena ter essa preocupação na hora de um acidente?

Fique atento também aos serviços para sua residência que estão embutidos na cotação de maior preço. Muitas seguradoras já oferece serviços como encanador, eletricista e reparos a eletrodomésticos que são pouco utilizadas. A vantagem destes serviços é que a seguradora contrata o prestador, analisa ele e ainda te dá garantia do serviço, sem cobrar nada a mais por isso. Frequentemente o preço de um simples reparo hidráulico é muito maior que a diferença que você está barganhando no seu seguro.

Mas, sem dúvida alguma, o que você mais deve ficar atento na hora de escolher pelo melhor preço é quem irá te atender no momento de um acidente. Esse fator é importantíssimo pois nem sempre as coisas podem ocorrer como o esperado.

Sempre se certifique que, quando você precisar, será atendido por um profissional que tem experiência em seguros, é legalmente autorizado a intermediar seu seguro e está do seu lado, ou seja, defende os seus interesses.

Muitas pessoas não se atentam a isso e, quando mais precisam, simplesmente não consegue contato com o profissional que ofereceu aquele seguro mais barato, quando conseguem, não recebem informações confiáveis e nem percebem esforços dele para resolver seu problema.

Uma colisão, por exemplo, pode não ser uma situação tão simples de ser resolvida, pode envolver outras pessoas que irão te pressionar para que o veículo deles seja reparado mais rápido, podem não concordar com o valor que receberão da seguradora, o seu próprio veículo pode ficar parado na oficina por mais tempo do que você imagina, entre tantas outras situações que irão te custar tempo, dinheiro e muito paciência.

Na hora de negociar seu seguro, coloque na ponta do lápis o preço e as vantagens que cada cotação está te oferecendo. Um bom corretor de seguros pode acabar cobrando um preço maior que o oferecido por uma agência bancária, por exemplo, mas aquela diferença é o custo dele para manter toda uma estrutura apta e eficiente de atendimento, leiloar o preço faz com que ele diminua seus ganhos, impactando na qualidade do atendimento que você irá receber.

Pensem bem, na hora de comprar um celular, a maioria dos equipamentos fazem ligação e enviam mensagens, então porque você simplesmente não escolhe pelo preço?

Não significa que preço não é importante, todos nós passamos por momentos onde a economia é necessária, mas não abra mão de uma boa e franca conversa com seu corretor, ele é o único profissional preparado e habilitado para te oferecer a melhor solução para o seu seguro, com foco na qualidade, atendimento e economia.

Ficou na dúvida? Ligue pro seu corretor.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Quando o seguro vai além da apólice

Contratar um seguro é umas das melhores maneiras de proteger seu patrimônio, porém muitas vezes o processo de contratação agrega mais do que simplesmente esta proteção, no processo de contratação do seguro pode-se identificar e sanar situações que vão muito além de acidentes futuros.

Essa vantagem pode ser percebida em diversos ramos e produtos de seguro, por exemplo, você já fez algum estudo com seu corretor para a contratação de uma previdência privada?

Se sim, com certeza você se deparou com perguntas que poucas pessoas se fazem e que te fizeram refletir o quanto gostaria de ter de renda mensal quando parasse de trabalhar, ou ainda, o quanto do seu atual rendimento você pode destinar para garantir seu futuro. Se você chegou a esse raciocínio, pode ser que tenha percebido que um gasto desnecessário hoje pode estar comprometendo de forma importante o seu futuro e repensou essa despesa.

Outro exemplo de que uma conversar sobre seguro pode nos fazer muito bem é quando fazemos uma boa análise para a contratação de uma apólice de vida. Um bom seguro de vida sempre irá proteger aqueles que sentirão com a falta da sua renda e para dimensionar essa cobertura você precisará calcular de quanto seus familiares precisarão para manter o padrão de vida atual e atingir os planos e objetivos desejados como cursar uma faculdade, um intercâmbio ou fazer viagens periodicamente.

Neste momento de análise dos planos futuros, muitas pessoas se dão conta de que elas simplesmente não tem essa programação, passando a ter os seus sonhos bem traçados pois tiveram que fazer isso para contratar seus seguros.

Para as empresas não é diferente.

Vários empresários identificam um risco que seus funcionários estão correndo quando fazem um estudo de seguro saúde. Não raramente, colaboradores usando o plano para consultas de uma mesma especialidade pode indicar algo a ser melhorado. Imagine, por exemplo, uma empresa que tem um aumento do número de consultas ortopédicas no departamento de expedição. Talvez ali exista um problema de postura ou de posicionamento das mercadorias que estão lesionando os funcionários.

Outro ramo que sempre que analisado traz informações valiosas ao empresário é o seguro de transporte das mercadorias. Um aumento no número de tombamentos em um trecho pode sinalizar uma via mal pavimentada, problema facilmente corrigido com um novo plano de rotas, evitando o contratempo de um acidente.

Por essa e outras que contratar um seguro não é só emitir uma apólice ou apenas recolher as assinaturas, uma boa e profissional contratação de seguro, intermediada por um experiente corretor, é analisar os riscos que  rodeiam o segurado, seja ele uma pessoa ou uma empresa, e mais do que analisar, propor soluções, discutir ideias e traçar planos.

Sempre que seu Corretor de Seguros quiser conversar com você, consiga uma brecha na agenda e ouça o que ele tem pra falar. A única preocupação dele é deixá-lo, cada vez mais, SEGURO!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Porque o corretor tradicional odeia a Youse?

Não há o que se esconder, uma das grandes guerras do atual mercado de seguros é entre os corretores tradicionais e a Youse. Mas afinal, porque será que a maioria dos corretor de seguros odeia tanto a Youse?

Será por conta de sua proposta de interação com os clientes através das redes sociais?
Dificilmente, outras empresas já fizeram isso (e ainda o fazem) e não despertam tanto ódio nos Corretores de Seguros. Inclusive, muitos deles já interagem com seu cliente, seja através do WhatsApp, Facebook, Twitter ou outras tantas redes sociais.

Será então por conta da forma despojada com que ela se apresenta?
Também parece que não é esse o motivo principal, afinal, tudo hoje está mais despojado que antigamente, a gravata esta cada vez menos na moda e as comunicações estão bem mais descontraídas. Ser despojado é bom, a comunicação com o cliente fica mais leve.

Será pelos milhões investidos em publicidade, das veiculações nos horários mais nobres e nos canais de maior audiência do público, afirmando que trata-se de "seguro sem corretor".
Mesmo estas ações de marketing serem um sonho muito distante para a maioria dos corretores e esta afirmação ser extremamente provocativa, além de tecnicamente incorreta, não é suficiente para provocar tamanha reação. Os corretores já cansaram de ver investidas das seguradoras na forma de venda direta e nunca entraram em tamanho pé de guerra como agora.

Será então o preço? 
A Youse, como a maioria das empresas que apostam na venda em grande escala, divulga que seu produto tem o melhor preço do mercado. Isso até poderia ser o principal mote para o conflito, mas essa vantagem da Youse já foi desmontada por simulações mostrando que, quando comparadas as mesmas coberturas, o preço tende a ser igual, quando não maior.

Então qual a grande razão para que os corretores de seguros tradicionais ataquem tanto a Youse?

Para realmente entendermos esse grande conflito, precismos refletir sobre a razão de ser de um corretor de seguros, ou seja, o motivo pelo qual ele abre suas portas todas as manhã e atende seus clientes. A missão da maioria esmagadora dos corretores é, antes de mais nada, proteger o seu cliente daquilo que ele não pode se proteger sozinho.

O corretor de seguros só fica satisfeito quando sabe, com certeza absoluta, que seu cliente está seguro, que ele e seus bens estão devidamente protegidos por uma apólice bem dimensionada e analisada em seus mínimos detalhes. Por esse motivo, vemos tantos corretores esticando seus horários de trabalho, abrindo mão de seu próprio tempo, para atender a todos seus segurados, abrindo mão até de sua própria remuneração, simplesmente porque não conseguem ver seu cliente desprotegido.

Além desse fator existe outro ponto que deve ser entendido: o corretor de seguros sabe o quão complexo é um contrato de um seguro, ele sabe o quanto custa um erro no perfil, a falta de uma cobertura necessária ou a contratação de uma cláusula que traga uma desvantagem ao cliente. O corretor estuda os termos de cada seguradora, ele já passou por diversas situações e tem a experiência necessária para saber exatamente o que o cliente precisa.

Portanto, o corretor de seguros tradicional ataca tanto a Youse, simplesmente porque ele tem medo que seu cliente fique desamparado. Ele tem medo que seu cliente se confunda na hora de escolher as coberturas e não contrate uma apólice que o ampare, ele tem medo que seu cliente contrate uma franquia maior do que a ideal e tenha que amargar um prejuízo desproporcional na hora de um sinistro, ele tem medo que seu cliente se decepcione com o que ele mesmo contratou, sem ter um intermediário que o conheça profundamente, ele tem medo que seu cliente tenha que mergulhar em um contrato cheio de termos técnicos e expressões indecifráveis pra saber se ele tem ou não uma cobertura, ele tem medo que seu cliente fique parado a beira da estrada porque esqueceu de contratar a assistência mais completa.

O corretor de seguros não odeia a Youse, o que ele odeia é pensar na hipótese, mesmo que remota, de ver seu cliente desprotegido.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Seguro de vida é coisa de rico?

Se algum dia você já conversou sobre seguro de vida, deve ter ouvido as frases mais comuns como "isso é pra rico" ou "pra que fazer um seguro de vida se não tenho nada". Essa visão do seguro de vida é uma das mais equivocadas e vale a reflexão se esse produto é mesmo somente para quem já possui um patrimônio razoável.

Antes de mais nada é preciso esclarecer qual o bem que o seguro de vida protege.

Todo e qualquer seguro tem o objetivo de repor um bem, um patrimônio, no seguro de vida não é diferente. Porém, muitas pessoas se confundem sobre qual o bem protegido e tendem a pensar que é a vida de quem contrata o seguro, quando não é.

Cada vida é infinitamente e igualmente importante. Não há valor patrimonial ou financeiro que compense a ausência de um ente querido. Qualquer vida tem um valor inestimável e incalculável.

Mas, a renda que aquela pessoa produz, não. Essa renda é facilmente percebida e calculada e, é esta renda que se protege com uma apólice de seguro de vida. Na ausência da pessoa, a renda cessa e sua família sofre um prejuízo patrimonial mensal não podendo mais contar com aquele valor que lhes ajudava a garantir o sustento.

Portanto, o primeiro passo é deixar de pensar no seguro de vida como um proteção à própria pessoa e passar a considerá-lo como uma proteção à renda e à família de quem o contrata, pois é isso que ele é.

Se o objetivo do seguro é garantir a manutenção dos custos de vida para uma família na ausência de uma das pessoas que colaborava com composição da renda, será que quem mais precisa desta proteção são famílias de alto poder aquisitivo e com muitos patrimônios ou famílias de baixo poder aquisitivo e sem patrimônio constituído?

Pra qual das famílias uma indenização que corresponda, por exemplo, a dez anos de renda mensal fará mais diferença? Será que é a família que possui muito patrimônio e tem a opção de vender alguns bens para manter o padrão de vida ou será a família que irá sentir o impacto no próximo mês ao ir no supermercado e não poder mais contar com a renda de um pai ou de uma mãe?

Muitas famílias que ainda não possuem uma condição financeira completamente estável e confortável batalharam muito para poder comprar um imóvel, um automóvel ou ter algum dinheiro guardado. Os pais dessas famílias lutam diariamente para dar aos seus filhos condições que eles mesmos nunca tiveram. Será que eles gostariam de ver sua família ter que vender esse pouco patrimônio duramente conquistado para quitar contas e garantir coisas básicas como comida e vestuário?

As pessoas que mais precisam proteger suas rendas através de um seguro de vida, são exatamente aquelas que mais dependem dessa renda para manter suas vidas. Estas famílias terão a oportunidade, através de um seguro de vida, de continuar a acumular patrimônio e prover, cada dia mais, um padrão de vida mais confortável para seus filhos, netos, e todas as gerações que virão

Isso não quer dizer que famílias de alta renda não precisem também dessa proteção, um exemplo disso é que muitas famílias que possuem diversos bens se vêem acuadas com as custas de inventário  e, uma indenização bem dimensionada pode dar um fôlego para atravessar esse processo.

Por isso, não importa a renda ou a composição de sua família, se você se preocupa com ela, procure seu Corretor de Seguros e entenda quais as opções para protegê-los. Seguro de vida é um dos maiores atos de amor que você pode praticar por eles, pois é ele que vai ajudar quem você mais ama, se um dia você mesmo não puder mais fazer isso.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Seu carro tem seguro? Então você precisa saber disso.

Se você possui uma apólice de automóvel, você precisa conhecer algumas práticas desse ramo que podem, e muito, prejudicar sua cobertura causando um enorme prejuízo a você, sua família e sua empresa.

O seguro de automóvel é um dos ramos mais disputados entre corretores e seguradoras criando a necessidade de diferenciação para conquistar o cliente.

A concorrência, quando sadia, é uma das melhores formas de beneficiar o consumidor pois as empresas que disputam a preferência desse cliente buscam oferecer cada vez mais vantagem e benefícios.

Mas nem tudo são flores, é preciso ficar atento para identificar quando uma vantagem oferecida realmente é benéfica ou é simplesmente uma forma de iludir o cliente que, no futuro, ficará desamparado e amargando um enorme prejuízo.

Por isso, é preciso colocar algumas verdades na mesa para que você, cliente, não caia em armadilhas nesse mercado tão disputado como é o de seguro de automóvel:

1 - Existem produtos ilegais sendo chamados de SEGURO - a única solução que garante a indenização do seu bem em caso de um evento futuro e incerto é um seguro. Qualquer outro produto que não tenha esse nome e não seja comercializado por um SEGURADORA  não é seguro e pode ser até ilegal.

2 - Seguro só pode ser intermediado através de um CORRETOR ou uma CORRETORA DE SEGUROS - Você só terá segurança se souber quem é o corretor de seguros responsável por sua apólice, ele ou ela é quem irá te ajudar quando você mais precisar, ou seja, na hora de um acidente. Qualquer outro profissional não será responsabilizado, não estará capacitado, e nem será fiscalizado pela má intermediação de um seguro. Ficou na dúvida na hora de contratar sua apólice? Exija falar com o CORRETOR responsável. Te enrolaram e ele não pode te atender? Já pode imaginar como será em um sinistro.

3 - Contrate um CORRETOR de sua CONFIANÇA - em toda família existem as "ovelhas negras", na profissão de Corretor de Seguros não é diferente (veja este artigo). As desonestidades praticadas pelos maus corretores são inúmeras, entre elas, reter o valor pago pelo segurado e não repassar à seguradora, alterar o perfil para baratear o preço e ganhar a concorrência, cancelar apólices de outros corretores sem o consentimento do segurado, contratar coberturas desnecessárias ou não contratar coberturas essenciais, aumentar a franquia para melhorar o custo sem a autorização do cliente, entre tantas outras práticas completamente prejudiciais ao cliente. Por isso, ao escolher um Corretor pesquise sobre ele, busque referências e indicações e, o mais importante, converse com ele!

Mas não se assuste, embora muito concorrido o mercado de seguro automotivo no Brasil é, em sua grande maioria, saudável e extremamente necessário para proteção deste patrimônio tão importante para as pessoas.

Para se manter seguro, esteja sempre atento quando a oferta contiver algum elemento muito vantajoso em relação a proposta feita pelo seu corretor de confiança e, sempre, abra o jogo com seu corretor. Ele é seu representante e sempre irá te proteger das práticas desonestas do mercado.

É bem verdade que nem sempre ele poderá te oferecer o menor preço, mas em todos os mercados existe uma regra que nunca muda: o preço de um serviço é exatamente proporcional ao que ele oferece. Será que vale a pena arriscar ter algo que não é seguro, que vai te deixar na mão na hora que você mais precisa? A diferença paga o risco?

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pra que seguro?

O blog já tem um novo nome!

Escolhido pela maioria dos leitores, o novo nome para o Blog irá facilitar a divulgação dos textos e compartilhamento por outros corretores e corretoras.

Assim as ideias divulgadas terão ainda mais alcance!

O novo nome instiga aquele que ainda não compreendeu a importância do seguro a refletir sobre este serviço que é a base para uma sociedade seguro e protegida.

Muito obrigado a todos que participaram e, em breve, novos textos no:


sexta-feira, 24 de março de 2017

Novo nome para o Blog!

O nome do blog precisa mudar e quem vai me ajudar nessa tarefa é você!

A vinculação do blog com meu nome pode atrapalhar a divulgação do texto por parte de outros corretores, impedindo, algumas vezes que compartilhem os textos e provoquem em seus clientes o desejo de procurá-los para conversar sobre algum produto.

O objetivo do blog nunca foi e nem será a promoção pessoal e sim a divulgação da importância do seguro e, principalmente, do profissional CORRETOR DE SEGUROS.

Portanto, peço a ajuda de todos para escolher o novo nome. É só votar:

segunda-feira, 20 de março de 2017

Sua empresa pode estar "meia" protegida sem que você saiba disso!

Imagine a seguinte situação: impactada pelos efeitos da crise, as finanças de sua empresa não estão indo bem. Qualquer economia neste momento é de grande ajuda. Você acharia uma boa ideia reduzir, mesmo que temporariamente, o valor da cobertura do seu seguro de incêndio e pagar menos em sua apólice?

Se você respondeu que sim, pode estar dando o maior tiro pela culatra!

Para poder ressarcir o prejuízo de maneira plena o valor contratado da cobertura de incêndio deve corresponder exatamente a soma de todo o possível prejuízo que um incêndio pode causar.

Ao informar a seguradora um valor menor do que a soma dos possíveis prejuízos, ela se responsabiliza apenas por aquela proporção do prejuí
zos informada e não pelo valor da cobertura contratada.

É confuso e perigoso! Na prática: se o valor de todos os bens expostos a um incêndio na sua empresa (prédio, máquinas, utensílios, produtos, etc) somar R$ 5.000.000,00 e você, para economizar, contratar o seguro para apenas R$ 2.500.000,00 a seguradora se responsabilizará, quando ocorrer um incêndio, por até 50% dos prejuízos, que foi a parte do risco que você repassou a ela.

Caso o fogo atinja TODOS os bens, o prejuízo será de R$ 5.000.000,00 e a seguradora indenizará os 50%, ou seja, R$ 2.500.000,00 que é a cobertura contratada.

Porém, se o incêndio causar um prejuízo de R$ 3.000.000,00, a seguradora continuará a indenizar o percentual  de 50%, ou seja, R$ 1.500.000,00, mesmo o valor da cobertura contratada sendo R$ 2.500.000,00.

Certa ou errada, injusta ou não, essa situação, que causa pesadelos em segurados, seguradoras, empresas de regulação de sinistro e corretores, ocorre com muito mais frequência do que imaginamos e, depois do ocorrido, o diálogo para entender a lógica, fica muito mais difícil podendo acabar até na justiça!

Mas existe uma simples solução para economizar em sua apólice e, ainda sim, continuar seguro: conversar com seu Corretor de Seguros.

Abra o jogo, explique toda a situação e exponha os verdadeiros valores do seu patrimônio. Seu corretor é capacitado e habilitado para intermediar, junto a seguradora, a melhor solução para cada caso. 

Seu Corretor de Seguro é seu parceiro, sempre prezará pela sua segurança e não medirá esforços para explicar com detalhes esta e outras situações que envolvem todo o contrato de seguro.

Ficou com a pulga atrás da orelha? Não perca tempo! Ligue para seu Corretor de Seguros agora!

Observação: A cláusula de rateio pode ter diferentes regras e formas de aplicação dependendo da seguradora e do ramo de seguro.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Inacreditável, 100.000 visualizações!

As visualizações do blog ultrapassaram 100.000 desde o primeiro texto publicado em Junho de 2016!


Os responsáveis por essa enorme proeza são vocês, colegas corretores que acessam, divulgam e compartilham, além de me ajudarem, e muito, com as correções e verificações dos textos!

Realmente não imaginava que uma marca como essa poderia ser alcançada e todo esse reconhecimento é o combustível para novas idéias, textos e temas.

Aproveito para fazer uma retrospectiva dos textos mais acessados:

1º - A maior mentira que os segurados contam - 37.000 visualizações
2º - O que seu corretor não te conta - 11.000 visualizações
3º - Quando cancelar um seguro - 10.000 visualizações
4º - Prepare-se! O Uber dos seguros está chegando - 9.000 visualizações
5º - Corretor de Seguros, o agente da desgraça - 4.500 visualizações

Mais uma vez, muito obrigado por todo o carinho e reciprocidade e não custa reforçar:

O objetivo do blog sempre foi e sempre será a divulgação do seguro como ferramente indispensável em nossa sociedade e da importância do profissional Corretor de Seguros.

E atenção! Os textos publicados tem total disponibilidade para divulgação em páginas pessoais, páginas comerciais, e-mails, aplicativos de mensagem, e quaisquer outros meios de comunicação a intenção é o acesso do consumidor aos objetivos citados acima. Peço apenas que sempre seja divulgada a fonte e o link do texto para que todos tenham acesso ao conteúdo completo do blog!

Um grande abraço!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Condição especial para leitor do blog!

Que ótima notícia!

Em tratativas com a comissão social do Sincor/SP consegui uma condição especial para o corretor não associado participar da palestra em Sorocaba.

Aquele corretor (não associado) que pedir a inscrição e falar que acompanha meu blog, terá um desconto e pagará R$ 60,00 na inscrição!!!

É uma oportunidade única para os corretores que ainda não são associados do Sincor conhecerem os benefícios que o sindicato oferece e a sensacional Casa do Corretor de Sorocaba.

ATENÇÃO: Para ter acesso ao valor diferenciado é preciso realizar a inscrição pelos contatos abaixo e informar que é leitor do blog thiagofecher.com.br:

UniSincor
Marcos Apostólico
(11) 3188.5012
marcos.apostolico@sincorsp.org.br


segunda-feira, 6 de março de 2017

Bate-papo em Sorocaba!


Que honra!

É com grande satisfação e felicidade que recebi o convite do Sincor/SP para participar de um bate-papo com os colegas corretores de Sorocaba e região, ao lado dos mestres Felippe Barreto e Rodrigo Barbosa.

Convido a todos que acompanham os textos para participar deste grande evento e contribuir para o debate e a engrandecimento de nosso tão necessário mercado.



sexta-feira, 3 de março de 2017

Pouco importa o que você acha

Tudo bem se você acha que um seguro de vida é caro, ou que dá azar, ou mesmo que você não queira deixar uma bolada pro "ricardão" aproveitar.

Tudo bem se você acha que o seguro de vida vai ser só mais uma despesa e que receber seu corretor pra falar do assunto será só mais um tempo perdido com muito falatório sem nenhum objetivo.

Tudo bem se você não pode absorver essa despesa agora, ou se a sua prioridade é ter um carro luxuoso, roupas de marca ou fazer uma viagem internacional.

Tudo bem se seu tempo é valioso, afinal, tempo é dinheiro, e perder uma hora falando sobre coberturas e valores de indenização é um luxo que nem você, nem sua empresa podem se dar.

Tudo bem você pensar o que quiser sobre seg
uro de vida porque nenhum desses motivos, por mais verdadeiros ou absurdos que sejam, não se relacionam em nada com o motivo de você contratar ou não uma apólice, afinal, caso você passe dessa pra melhor, quem vai receber a indenização são seus beneficiários.

Na verdade, o que interessa é o que seu filho vai achar de não poder continuar estudando na escola que ele fez tantas amizades, que os professores já o conhecem, que ele já está familiarizado com o ambiente e com o método de ensino? O que ele vai achar de abrir mão daquele intercâmbio internacional que tanto vai colaborar para sua formação pessoal, aprendizado de outro idioma e contato com cultura diferente? Afinal, sem sua renda, impossível!

O que interessa é o que sua esposa vai pensar de não conseguir ir ao mercado e comprar tudo do bom e do melhor para sua família ter uma bela, saudável e farta refeição, ou ainda, cortar o pacote de canais de televisão pra dar uma amenizada na conta. O que ela vai achar de ter que parar de praticar aquela atividade física que tanto ama pois, só com a renda dela, o dinheiro tem que ser priorizado para outros gastos. O que ela vai achar de pensar muitas vezes antes de pedir uma pizza ou de comprar uma roupa que ela gostou?

O que seus filhos vão pensar quando pedirem a sua esposa para irem ao cinema se divertirem um pouco, e ela dizer que aquela diversão, que vocês tanto gostavam de ter quando você era vivo, agora não pode mais ser tão frequente.

O que será que sua esposa vai achar quando chegar a conta do advogado que fez seu inventário ou as despesas do funeral?

Será que eles vão gostar? Será que é isso que você quer para eles?

Pare um pouco de ser egoísta. Contratar um seguro de vida é uma das formas mais bonitas de dizer às pessoas importantes da sua vida que você as ama e se preocupa com elas, 

Procure seu corretor e proteja quem você ama.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Será a Youse a culpada?

É preciso discutir o que a Youse está fazendo.

Com um marketing arrojado a Youse veiculou mais uma ação de alto impacto e provocou a fúria de corretores de seguros em todo o país e, principalmente, nas redes sociais.

Longe de qualquer visão jornalística ou investigativa, o que a Youse tem feito é oferecer uma solução securitária de simples contratação, uma roupagem descontraída e com foco na distribuição por canais modernos de contato com o cliente, em suma, eles atacam um novo tipo de consumidor que odeia a burocracia.

Sim, contratar um seguro bem elaborado e dimensionado às necessidades de cada segurado, através de um bom corretor é um processo burocrático, e não se engane achando que a burocracia é apenas para o segurado, para os corretores é ainda maior.

O segurado que contrata um seguro através de um corretor passa pelo processo tradicional de confirmação de perfil através de infindáveis perguntas e conferência de um proposta carregada de termos técnicos e de impossível compreensão para quem não estudou ou não conhece o vocabulário do ramo de seguros.

E para o corretor? Não basta apenas decifrar os termos da proposta, é necessário conhecer as centenas de páginas das condições gerais, de cada uma das companhias que irá oferecer ao seu segurado, se forem cinco, já estamos falando de quinhentas páginas de leitura obrigatória para oferecer um seguro de automóvel, sem falar do manual de serviços da assistência 24hrs.

Depois de conhecer todas os detalhes do produto, o corretor ainda precisa fazer um verdadeiro interrogatório com seu cliente, muitas vezes gerando desconforto e desgastando sua relação com sua principal fonte de renda, o segurado.

Ultrapassada esta barreira ainda existem todas as obrigações fiscais, trabalhistas e administrativas que o corretor é obrigado a cumprir, muitas vezes, sozinho, pois a grande maioria dos corretores não possui um departamento para cada uma dessas áreas, ele faz tudo.

E neste abismo de burocracia em que vive o pequeno e tradicional corretor é que surgiu uma empresa moderna, inteligente e com muito investimento, a Youse, da Caixa Seguradora, orgulhando-se dizer contribui para a cultura de seguros no Brasil, com toda a razão!

A Youse distribui seguros de uma forma como o consumidor brasileiro nunca teve acesso através de seu corretor, mas não porque ele não quis, porque ele não consegue! Os órgãos de fiscalização e a legislação sobre o corretor de seguros é tão densa e sufocante que sequer ele consegue expandir sua carteira para ramos os quais seus clientes não o procuram.

A maioria dos corretores de seguros não tem tempo para oferecer um produto diferenciado ao seu segurado pois está ocupado tentando acessar o site da seguradora que não fica online, ou gerando notas fiscais no complexo site da prefeitura, ou no sindicato homologando acordos de funcionários que além de deixarem ele na mão ainda levam na mala uma gorda indenização e alguns dos clientes que ele batalhou tanto para conseguir, ou esperando uma eternidade para falar com seu gerente e conseguir um desconto "extraordinário" para igualar seu preço com um de uma concessionária qualquer ou discutindo orçamentos de reparo com uma oficina, entre tantas outras tarefas que deixam, diariamente, os corretores exaustos, fisicamente e psicologicamente.

O bom corretor de seguros sonha em anteder como a Youse, pelo Facebook, com uma conversa amigável, com tempo pra bater papo e sem burocracia, mas a legislação e as seguradoras não permitem isso! Como já publicado em outro texto (Nessa terra de gigantes), muitas vezes as grandes corretoras tem vantagens econômicas e operacionais que permitem com que a operação delas seja menos ajustada possibilitando ajustes posteriores para sanar detalhes que não foram atentados na contratação do seguro. E quem paga por essa diferença? Os pequenos corretores, q
ue precisam ter a excelência de cuidados na contratação de suas apólices pois, depois de ocorrido o sinistro, não existe mais ajuste, correção ou "liberação comercial", é recusa de sinistro e prejuízo para o segurado e para o corretor que, certamente, perderá seu cliente.

Mas o mais impressionante é que, com todas essas dificuldades, não é raro ouvirmos de segurados que não trocariam seu antigo e amigo corretor por nada nem ninguém.

A guerra entre os tradicionais, heróis e sufocados corretores de seguros e as grandes empresas com seus departamentos e assessores de mídias sociais só está começando mas é preciso identificar muito bem os verdadeiros inimigos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Texto publicado na Revista ABC Seguro!


Com enorme satisfação informo que fui presenteado com a publicação de um dos textos postados aqui, na Revista ABC Seguro. 

A Revista ABC Seguro é uma publicação da Associação dos Corretores de Seguros do ABC, importante entidade na região!

Para quem ainda não leu o texto segue abaixo, na íntegra.

Para ler a revista completa (vale a pena!), é so acessar clicar aqui.