quinta-feira, 28 de julho de 2016

"Não tem um seguro mais baratinho?"

"Em qual seguradora está mais barato?"

"Desculpe, mas vou renovar onde meu amigo renovou, pois está metade do preço".

Se você já ouviu essas frases de algum segurado, inverta o jogo e pergunte para ele: O que você espera de um bom terno? 


Passado o momento de surpresa, tenho certeza que ele responderá: que ele não rasgue no primeiro dia, que ele seja confortável, que ele seja bonito, etc.


Com certeza, isso é o que todos que usam terno esperam, ou seja, confiabilidade! Agora, será que ao entrar na loja de ternos esse mesmo segurado pergunta pro vendedor qual é mais barato? Tenho certeza que não!


Primeiro que ele não entra em qualquer loja. Ele sabe, só de olhar na vitrine, aquelas que tem produtos que vão atender às suas expectativas e aquelas irão lhe decepcionar. Ele sabe só de vestir o terno, aquele que irá lhe fazer passar calor ou não o protegerá do frio. Ao provar, ele estica os braços pra ver se as costuras são bem feitas e logo desiste da compra caso ouça as costuras estalando.


Ele não se contenta com um vendedor mal informado, que não sabe qual o material do terno ou não consegue medir uma barra direito, que precisa recorrer ao seu gerente para conseguir todas informações.

Ele quer o melhor! Ele quer um terno que seja versátil e que não o deixe na mão. Ele não pode arriscar ir para uma visita de negócios importante e sentir o terno rasgar ao cumprimentar o cliente. Ele compra aquele terno que o dê segurança.

Mas é verdade que às vezes o terno que ele quer não cabe exatamente em seu orçamento, nessa hora ele não desiste, ele negocia com o vendedor e pede que o ajude, pois o terno que ele quer é aquele! Ele não vai buscar o outro terno menos confiável e mais barato, ele parcela, economiza, se desdobra para conseguir o terno que ele precisa! Porque se ele comprar o outro terno, sabe que se arrependerá e voltará em breve para comprar o mais caro.

E com o seguro? Será que ele quer aquele mais barato? E se rasgar no primeiro uso? Será que aquele que é "metade do preço" vai proteger ele como o que o seu corretor de confiança tinha lhe oferecido?

Muitas soluções mágicas tem aparecido no mercado mas só um corretor de seguros tem experiência, ética, profissionalismo e capacidade de oferecer o produto certo!

Ficou muito caro? Converse com seu corretor! Ele é a pessoa mais preparada e bem intencionada para te ajudar. Seu corretor se preocupa com você.

Não compre o terno mais barato, compre o mais seguro!

terça-feira, 19 de julho de 2016

O que seu corretor não te conta

Seu corretor não te conta que toda vez que você pede uma cotação de automóvel, ele responde de 40 à 50 perguntas no site da seguradora para chegar ao valor, nem que ele tem que responder novamente as mesmas perguntas em cada seguradora que ele calcula.

Ele não te conta que o sistema das seguradoras cai constantemente e que ele passa horas em contato com o Help Desk para conseguir o seu cálculo, nem que ele instala e reinstala os programas constantemente devido à atualizações.

Seu corretor não te conta que não é raro as pessoas responsáveis por fazer os cálculos faltarem, fazendo com que as tarefas se acumulem gerando lentidão na resposta de sua solicitação, nem que nessa hora ele arregaça as mangas e fica até de madrugada no escritório para poder atender a todas as cotações.

Também não te conta que toda vez que você pede um desconto ele liga para a pessoa que o atende na seguradora e, quase sempre, esta pessoa está ocupada, ou não o atende propositalmente. Mas ele não desiste de conseguir uma condição melhor para você e insiste várias vezes até que consiga a liberação do desconto.

Ele não te conta que apenas uma pequena parte do que você paga de seguro vai para a remuneração dele e que constantemente ele reduz esta remuneração para que você tenha uma condição melhor, mesmo que suas despesas como folha salarial, impostos e despesas em geral só aumentem mês a mês.

Seu corretor não te conta que ele não tem décimo terceiro, dissídio nem que suas férias são poucos dias durante o ano.

Também não te conta a aflição que ele passa quando a concessionária onde você irá retirar o veículo o deixa na espera durante meia hora para ele conseguir uma nota fiscal, o nervoso que ele passa quando sua proposta é recusada indevidamente, nem a tensão que ele tem quando o banco não autoriza o débito do seu seguro por uma mera questão burocrática.

Ele não te conta que quando um acidente acontece ele liga na oficina, na seguradora e pra quem for preciso para que você tenha seu bem recuperado o mais rápido possível, mesmo que sua indenização altere seus índices de performance junto à seguradora podendo até interferir na remuneração que ele recebe.

Isso tudo porque, mesmo com todas essas dificuldades, seu corretor não te conta que o mais precioso para ele é o reconhecimento de um cliente satisfeito e protegido, pois não há nada, absolutamente nada, mais importante para ele do que a sua segurança e a da sua família.

Seu corretor de seguros se preocupa com você, as vezes até mais do que com ele!

#MinhaVidaMaisSegura

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Sabe que profissional é esse?

Existe uma profissão muito antiga, que é treinada e capacitada para identificar e tratar riscos de forma preventiva.

Este profissional, através de anos de experiência e estudo, consegue diagnosticar com precisão os sinais de que algo pode dar errado, orientando ao pessoas como prevenir ou minimizar os impactos destes eventos e indicando caminhos para evitar estas tragédias.

Este profissional dá às pessoas, no momento em que elas mais precisam, o suporte necessário para que elas continuem suas vidas da maneira como sempre viveram, se preocupa em conhecer os mínimos detalhes e oferecer a solução mais adequada em cada pessoa.

Por vezes, devido aos constantes contatos com as pessoas, ele acaba conhecendo suas famílias, e até frequentando a casa delas. Se torna confidente, amigo e, quase um membro da família.

Mas também não é raro que, mesmo com todo o laço criado, as pessoas não o procurem tanto, e o normal é que o façam uma vez por ano.

Quando as pessoas recebem uma ligação deste profissional, é comum que fiquem preocupadas, mesmo felizes de falar com o velho amigo!

Agora, quando este profissional é que recebe uma ligação inesperada, fica muito preocupado, e já vai logo perguntando se está tudo bem, multiplicando a preocupação se quem liga não é a pessoa, mas um membro de sua família.

Infelizmente, nem sempre está tudo bem e nesta hora é que este profissional se desdobra no atendimento, fazendo o possível e o impossível para que tudo volte ao normal. Nem sempre isso é possível, e nesta triste hora, este profissional, assume um papel confortador e acolhedor.

Este profissional está sempre disponível e as pessoas sempre têm à mão seu número de celular, não pensando duas vezes para entrar em contato diante de qualquer emergência, ou mesmo pra tirar uma dúvida.

Este profissional cansa de ouvir "poxa, deveria ter te escutado", "caramba, se eu ao menos fizesse do jeito que você me orientou", mas ele é incansável, enfrenta diariamente as teimosias sem desistir, sempre dá conselhos e orienta a todos com seu velho discurso de que "melhor pensar nisso agora, do que depois que algo pior aconteça".

Este profissional é daqueles que os amigos indicam em uma roda de bate papo: "conheço uma pessoa que vai te ajudar com isso, ele me atende faz anos!".

Muitos destes profissionais levam a vocação de família e os filhos deles acabam atendendo aos filhos das pessoas que eles atendem, sempre com a mesma dedicação e carinho.

Descobriu de quem estou falando? Do Cardiologista, mas qualquer semelhança com seu corretor de seguros não é mera coincidência.

#MinhaVidaMaisSegura


quarta-feira, 6 de julho de 2016

Chega! Recusa por “Motivos Técnicos” é ilegal.

A seguradora tem o dever de prestar informação clara ao seu cliente. Os corretores de seguros e seus clientes estão vivenciando uma prática extremamente abusiva na contratação de seguros de quaisquer ramos que merece atenção e ação de todos os atuantes neste mercado, sejam eles os próprios corretores e seus clientes, suas entidades representativas, órgãos públicos ou privados de defesa dos consumidores e agentes de fiscalização deste mercado.

Imagem: 123RF
Tornou- se hábito para as seguradoras fundamentar a recusa de suas propostas em argumentos vagos e genéricos como “motivos técnicos”, “normas internas”, entre tantos outros que não apresentam para o consumidor aquilo que é de obrigação da seguradora prestar: informação.

Antes de aprofundar sobre o tema da ilegalidade de tal conduta, vale ressaltar que, após a instituição do Código de Defesa do Consumidor as relações contratuais entre segurado e seguradora passaram a respeitar suas normas que, por ser lei federal, se sobrepõe a qualquer norma que lhe contrarie contida na proposta ou nas condições gerais do seguro.

Pois bem, como fornecedora de serviço, a seguradora tem o dever de prestar informação para o consumidor, informação esta que deve ser clara, precisa e acessível ao mesmo. O que se vê em casos recentes de recusas por “motivos técnicos” é o a falta ou inacessibilidade do motivo da recusa ao consumidor.

Desta forma nem o segurado nem o corretor tem acesso ao que motivou a negativa da contratação da apólice e ambos ficam desamparados, principalmente o cliente que fica sem a cobertura securitária em seu bem, como o corretor que fica sem sua única fonte de receita que é a comissão.

Poucos são os casos de segurados que recorrem a meios judiciais para exigir seu direito à informação garantido pelo CDC mas, nos julgados existentes, é quase impossível identificar decisão favorável às seguradoras. Os tribunais têm entendido que “motivos técnicos” são “justificativa imprecisa e genérica” (Apelação 004259347.2010.8.26.0114,pela Colenda 29ª Câmara deDireito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo), “não justifica nem especifica com clareza as suas razões para a recusa” e “mera afirmação genérica” (Apelação nº 000877208.2010.8.26.0161, pela Colenda 28ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo) e ainda, tem caracterizada esta prática como recusa vazia, ou seja, nula.

A combinação da caracterização das recusas por “motivos técnicos” como recusa vazia com o artigo 2º, §6º da circular 251 é ainda mais surpreendente pois faz com que a seguradora possa ter que aceitar o seguro, isso porque recusa vazia não gera efeitos e, se a mesma foi recebida no último dia do prazo de quinze dias para manifestação da seguradora sobre a proposta o resultado é óbvio: “§ 6o A ausência de manifestação, por escrito, da sociedade seguradora, nos prazos previstos neste artigo, caracterizará a aceitação tácita da proposta.” (Circular SUSEP 251/2004)

Se a recusa vazia não gera efeitos há ausência de recusa, ou seja, aceitação tácita. O segurado tem o direito de ter sua apólice emitida e o corretor tem o dever de informá-lo sobre isto, assim como também exigir a emissão da apólice.

Não se trata de restringir o direito da seguradora de analisar e recusar as propostas que lhes são apresentadas mas de exigir que façam isso com a transparência e ética que um mercado saudável exige.